Entre as resinas convencionais, PVC é a de aparição mais discreta no varejo do plástico, posição habitualmente justificada com o grosso dos volumes de vendas mobilizado pelos grandes transformadores, como os de tubos, verticalizados na produção dos compostos vinílicos (PVC em solução) para uso cativo. O movimento fora desse salão nobre ainda é tão incipiente que sequer é monitorado pela Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins (Adirplast). Mas alguma coisa começa a mudar – e para melhor – na dinâmica dos nichos menores do polímero. Esta impressão grassa na praça com a entrada em cena da activas, estrela guia da distribuição brasileira de termoplásticos, como agente autorizado para comercializar PVC em emulsão da petroquíimica nacional Unipar (grades E67, E68, E70, E74 e E76).
Focado em aplicações de alta flexibilidade e soft touch, tipo couro sintético ou papel de parede, o grade em emulsão comparece, no consenso dos analistas de plantão, em torno de 4% do consumo aparente nacional de PVC, na casa de 1.2 milhão de toneladas em 2024, pelos radares setoriais. Números oficiais da produção nacional não estão disponíveis para a mídia, mas, do outro lado do balcão, cálculos do governo situam em 22.516 toneladas as importações brasileiras de PVC em emulsão em 2024 e em 23.663 toneladas em 2025. É neste tablado que a premiada distribuidora presidida pelo fundador Laercio Gonçalves, na ativa desde 1990 e cobertura do território nacional respaldada por 10 centros de distribuição nas principais regiões, promete acontecer no reduto de PVC em emulsão. Entre as ações iniciais nessa direção, a activas já anuncia a realização de palestra técnica sobre os meandros da resina e oportunidades de aplicação, agendada para 26/8 próximo na feira Interplast 2026, das 19 às 20 horas na sala Acácia 13 do pavilhão Expoville, em Joinville (SC).


