Ruiz: Eteno prova eficácia do atendimento regionalizado.
“Sul e Sudeste têm culturas similares para o varejo de resinas, mas o Nordeste é outro país”, julga Odair Ruiz, presidente da Eteno, única distribuidora de poliolefinas da Braskem sediada na região ponto fora da curva. Ele fala com conhecimento de causa, pois embasado em 20 anos de aprendizado e fé para conseguir crescer num mercado cujas adversidades e o consumo semiárido de resinas explicam os exemplos de sobra de agentes autorizados e revendas de polipropileno (PP) e polietileno (PE) a deletar a ideia de competir no Nordeste, mesmo quando o açude de sua economia enchia com a chuva de recursos ali despejada, de 2002 a 2013, pelos programas de transferência de renda do governo. Ruiz bandeou-se de São Paulo para o Nordeste nos anos 80, incumbido por sua empresa, a petroquímica baiana Poliolefinas, de montar escritório comercial no Recife, “pois Pernambuco é o centro de distribuição de mercadorias para a região”, ele justifica. Em 1986, a Poliolefinas foi adquirida pela Odebrecht e, a seguir, agregada à companhia OPP (incorporada à Braskem). Na década seguinte, um surto de enxugamento de custos entre os produtores de resinas no polo da Bahia, pôs a pique seus escritórios de vendas no Nordeste e a região passou a ser atendida, no plano geral, pelas operações comerciais em Salvador. Avesso à exigência de mudar para a Bahia, pois com a vida feita no Recife, Ruiz propôs para a OPP continuar em Pernambuco como seu agente autorizado na região. “Até então, a empresa nunca tivera distribuidor

 

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