E agora?

Recessão e desgoverno empobrecem o consumo popular, motor das vendas de produtos higiênicos infantis. O setor está cara a cara com uma nova realidade.

O estouro da bolha de 13 anos de fervura no consumo e a ausência de pistas sobre os rumos do esfriado mercado daqui para a frente lançam uma sombra sobre a trajetória do setor brasileiro de higiene & beleza. Seguinte: com desgoverno e inflação, evaporou o poder aquisitivo das classes ditas emergentes. Ao lado da vaidade e obsessão nacional com a estética, esse público compunha os pilares da glória dos saltos de dois dígitos anuais nas receitas desse setor. Aí veio 2015. A recessão sem fim à vista e seu efeito dominó sobre o orçamento doméstico terão ou não poder para deteriorar não só as vendas, mas a cultura de contemplar produtos higiênicos e cosméticos com lugar fixo nas listas

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