Periféricos: austríaca Econ abre subsidiária em Santa Catarina

Mercado de compostos exige marcação de perto da demanda de equipamentos
Periféricos: austríaca Econ abre subsidiária em Santa Catarina
As perspectivas para beneficiamento de resinas impressionaram mais que a instabilidade atual da economia e convenceram a Econ, casa de força austríaca em periféricos, a abrir no Brasil sua primeira subsidiária na América Latina, relata a edição de setembro da revista Compounding World. Localizada na catarinense Antonio Carlos, a 32 km de Florianópolis, a instalação agrega equipe de vendas, suporte técnico, infra logística, peças sobressalentes e montagem de conjuntos de equipamentos, com o intuito de abreviar o atendimento a componedores locais. Sites oficiais confirmam que a importação de máquinas por portos em Santa Catarina (como os de Itajaí e São Francisco do Sul) pode usufruir isenções e reduções de tributos federais e estaduais. Outro estímulo são as benesses tarifárias para importação de máquinas da zona do euro, contidas no acordo comercial União Europeia-Mercosul, em vigor desde maio último O portfólio de soluções individualizadas e tecnologias patenteadas da Econ inclui granuladores a ar e imersos em água, forno de pirólise, trocador de telas e secadores centrífugos de grânulos e sistemas de secagem por vibração, indicados para materiais como polímeros carregados ou reforçados.

Compartilhe esta notícia:

Pesquisa de opinião

Na América Latina, México e Colômbia contam há anos com plantas de reciclagem química de plástico pós-consumo. Por que o Brasil não atrai esse tipo de investimento?

Deixe um comentário