Apesar de a reciclagem química reinar no falatório quando o assunto é plástico recuperado de grau alimentício, a tecnologia sua vizinha não é uma coadjuvante de braços cruzados. Afinal, a tradicional reciclagem mecânica movimenta-se sem tanto alarde mas com igual vigor na mesma direção, indica a carta de não objeção de 31 de março, com timbre da agência regulatória norte-americana Food And Drug Administration (FDA), recebida ela recicladora de poliolefinas St. Joseph Plastics. O salto fora do quadrado é a aquiescência dada à empresa pela veterana autarquia, influencer da vigilância sanitária global, para usos de seu PP reciclado em contatos com alimentos, informa o jornal Plastics News. A St. Jospeh opera três unidades no estado de Missouri. Constam das plantas de lavagem (sistema definido como multietapa, inclusive fricção), moagem e reciclagem/beneficiamento. Ela já obteve de clientes a aprovação do uso chancelado pela FDA de seus grades reciclados de PP pós-consumo em embalagens de alimentos secos e desprovidos de óleo ou gordura superficial, como massas, vegetais e frutas in natura, Não detalhado para a mídia, o processo desenvolvido pela recicladora foi escaneado a fundo pela FDA a partir dos meados de 2021 e, segundo noticiado, o sinal verde não foi emitido antes em razão das normas de restrições sanitárias anti-covid vigentes durante o início da tramitação da reivindicação de grau alimentício para o reciclado em questão. Nessa empreitada, a St.Joseph contou com suporte do Intertek Group, dedicado a testes, inspeções e certificações de produtos, por sinal com escritórios em 11 estados no Brasil.

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