Otávio Carvalho, sócio executivo da consultoria MaxiQuim, aponta nesta entrevista uma conjunção de fatores sem equivalente no passado da petroquímica mundial. A América do Sul, ele deixa claro, entra nessa foto como um dos canais de desova do excedente de resinas internacionais mais acessíveis, situação agravada pela deflação mundial sem fim à vista, a erupção da petroquímica norte-americana movida a gás de xisto, desaceleração da China e a necessidade crescente de importações complementares de poliolefinas (e PVC) para corresponder, em poucos anos, ao crescimento do consumo sul-americano, mesmo sujeito a altos e baixos em sua caminhada. Carvalho: três causas da reviravolta. PR – As exportações norte-americanas de poliolefinas para a América do Sul deverão praticamente dobrar em cinco anos, segundo

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