Sempre é hora de pensar grande

Unigel volta a se acercar de ABS e Innova amplia produção de estireno

Da petroquímica à transformação, o setor plástico brasileiro é pródigo em investimentos saídos de onde menos se espera. E o reduto de estirênicos é dos mais contumazes em apostar na contramão do consenso dos analistas. Falam por si o pé na soleira recolocado pela Unigel na produção de copolímeros de acrilonitrila butadieno estireno (ABS) e de estireno acrilonitrila (SAN), em vias de ser iniciada em escala piloto na Bahia, e a partida, agendada para maio, da fração adicionada à capacidade de estireno da Innova em Triunfo, Rio Grande do Sul. “Na condição de produtor de acrilonitrila e estireno, as principais matérias-primas de ABS e SAN, a Unigel possui vocação natural para fornecer estes plásticos de engenharia”, vaticina Wendel Oliveira de Souza, diretor geral comercial da empresa. “Dispomos das integração na cadeia a nosso favor, garantindo-nos competitividade nesse mercado”. Conforme salienta, a entrada em ABS e SAN também visa consolidar a Unigel como fornecedora estratégica de polímeros estirenados para o mercado interno. “A proposta é oferecer aos transformadores de ABS e SAN importantes vantagens sobre a alternativa importada, como lead time reduzido de atendimento e a possibilidade de desenvolvimento de materiais customizados para aplicações”, argumenta Souza. “Além disso, muitos de nossos clientes de poliestireno (PS) e polimetilmetacrilatos (PMMA) consomem ABS e SAN, evidenciando assim sinergias logísticas e comerciais a serem capturadas”. Recuos sucessivos Se hoje em dia o Brasil produz apenas um polímero de engenharia, poliamida 6.6, ao longo do século passado o catálogo nacional alinhava poliamida 6, policarbonato e ABS

 

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