Na contramão dos rumos da economia nacional em 2014, a Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais (Abinam) estima expansão acima de 30% para o setor, reduto de PET e, com base em garrafões retornáveis, de polipropileno (PP). Carlos Alberto Lancia, presidente da entidade, atribui o desempenho à ênfase hoje dada à segurança alimentar, combinada à chamada cultura da saudabilidade disseminada em todas as classes sociais. A velocidade da propagação de informações sobre os benefícios da água mineral, impulsionada ainda mais pelas redes sociais, ele frisa, é outro fator por trás dos saltos de dois dígitos anuais do consumo do produto, em vias de destronar a curto prazo os refrigerantes da pole de PET, garante o dirigente . Na entrevista

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