Rasante
Campo fértil “Agroquímico é gênero de primeira necessidade no campo. Na crise atual,o agricultor anda mais seletivo nas compras, mas não pode abrir mão de tratar a lavoura”. Com essa convicção, Marcos Antonio Ribeiro, presidente da Unipac, justifica o investimento não revelado na maior unidade de sopro do grupo, dedicada a recipientes de 250 ml a 20 litros em PEAD virgem . A postos em Limeira (SP), com capacidade estimada em 2.000 t/mês, ela roda este ano com 20 sopradoras por extrusão contínua e três injetoras para tampas. Com sua entrada em cena, conta Ribeiro, foi fechada, por falta de área disponível para expandir, a planta em Santa Bárbara d’Oeste, a 40 km de Limeira, da qual foram transferidas 18 linhas para a nova unidade. O cerco da empresa aos agroquímicos, insere o dirigente, se completa com três máquinas no complexo sede em Pompéia (SP) e uma fábrica in house com quatro sopradoras há cinco anos em ação na fabricante de defensivos Syngenta. Ribeiro comenta que o sopro in house convém pela economia logística em relação a produtos de grandes tiragens. “Como artigo sazonal, o agroquímico não cabe nessa categoria, mas a Syngenta torna o sopro in house viável por dispor de todos os tipos de defensivos no mix, derrubando assim as barreiras da sazonalidade”.   Contagem regressiva Enquanto a norte-americana Conair ventila na mídia cogitar planta no Brasil com parceiros locais, a italiana Moretto, sua rival em periféricos puro malte, programa para 2017 a operação industrial regular da sua

 

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