Sulbras
Sulbras em Pernambuco: injeção local de componentes cobrada pela Jeep.
Alheio à economia na pindaíba e à indústria automobilística no mangue da superoferta e do crédito em recesso, o complexo pernambucano da Jeep, berço do utilitário Renegade, teve fita inaugural cortada com pompa em abril passado, sob palmas do governo e estupor do mercado. Como requer o suprimento just in time, linha alguma de montagem de carros subsiste sem um cinturão de seus principais sistemistas por perto e, na retaguarda deles, os fornecedores de peças cruciais dos conjuntos que eles fornecem. À margem da demanda esquartejada de hoje em dia, essa sincronia de movimentos convocou a Sulbras, totem nacional em peças técnicas, para cravar o Nordeste no mapa de sua produção, até então centrada no Sul e Sudeste. “A oportunidade de instalar a unidade em Pernambuco foi a demanda por injeção e manutenção de moldes gerada pela fábrica da Jeep”, confirma o diretor Gilberto Luiz Martinelli, regente da construção da planta de componentes injetados em Cabo de Santo Agostinho. Sem abrir o montante aplicado, Martinelli informa, na contramão da praxe dos empreendimentos industriais na região, a exemplo do próprio complexo da Jeep, ter tocado o projeto da sua planta sem a benesse de incentivo fiscal. “Para essa etapa inicial”, assinala, “montamos a filial num galpão de 4.000 m² alugados no condomínio Cone Multimodal”. A infra estrutura encontrada, ele justifica, convenceu a Sulbras a partir a fábrica fora dos limites de Goiana, município nas proximidades e sede da montagem do Renegade. “Mas existe a possibilidade de mudarmos para lá mais à

 

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