Para a indústria brasileira, a trilha sonora do primeiro semestre é “Águas de Março”, de Tom Jobim, tocada num CD com defeito, pois não sai daquele trecho: “é o fundo do poço/é o fim do caminho”. Como era de se esperar, a barra pesou para os lados da cadeia do plástico, efeito de sua condição de sensor extra oficial da economia em geral. De janeiro a junho último, ela amargou queda na produção e exportações, enquanto a importação de artefatos acabados cresceu. O exercício atual destoa como nunca do padrão clássico de aquecimento do mercado às vésperas de eleições, admite José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast). Na entrevista a seguir, o dirigente se

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