Essa vai pro Guinness

Brasil caminha para 29 anos de antidumping para PVC do México e EUA

“Há um retorno da tentação protecionista. Há que resistí-la. Há muito que podemos fazer para garantir mais comércio, mais crescimento e mais prosperidade”, discursou o presidente Michel Temer na reunião da VIII Cúpula dos Brics, realizada em outubro na Índia. Essa exaltação da abertura dos mercados tromba com a inclusão do Brasil entre os países mais fechados do universo, no último ranking do Banco Mundial, e, na esfera do plástico, colide com a prorrogação, oficializada ao final de setembro, da sobretaxa antidumping para PVC em suspensão (PVC S) dos EUA (16%) e México (18%). Ela tem sido renovada quinquenalmente desde o século passado – 1992. Subordinada desde agosto ao Itamaraty, a Câmara de Comércio Exterior (Camex), ativa na investigação resultante na resolução dessa quarta revisão do crônico antidumping, esquivou-se de dar a entrevista prometida a Plásticos em Revista. A sobretaxa foi reivindicada pelos dois produtores locais de PVC S, Braskem e Solvay. Detentora da maior capacidade instalada do vinil, a Braskem despachou o seguinte comunicado: “as medidas antidumping são importantes mecanismos de defesa da indústria brasileira que visam coibir práticas desleais de comércio internacional, sendo um procedimento legítimo reconhecido pela Organização Mundial de Comércio (OMC). No caso de PVC, a adoção dessas medidas é essencial para impedir danos causados pela concorrência desleal ao Brasil, ao mesmo tempo em que mantém o país aberto às importações de outros países que não recorrem a práticas desleais de comércio. As medidas em vigor para EUA e México foram revistas por meio de processo

 

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