Cartão vermelho para a mesmice

Mexichem Brasil reage com criatividade à retração na construção civil

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As concessões de infraestrutura não engatam e a indústria e comércio fecham a mão para investir. Esta síntese justifica a paralisia generalizada na economia, mas o setor da construção marca por fragilidade singular. Afinal, devido ao capital intensivo e resultados a prazos maiores, ele é sempre um dos primeiros derrubados pela crise e dos últimos a sair dela. No flanco imobiliário, um sintoma da anemia é a queda de 51,4% em lançamentos no primeiro semestre, dimensiona o estudo “Monitor da Construção Civil”, das consultorias Criactive e Tendências. Pelo lado das grandes obras, fala por si o vermelho das contas públicas e a consequente seca de verbas para programas tipo “Minha Casa, Minha Vida” tentarem arrefecer o déficit nacional da ordem

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