Aqui o bicho pega bem

Rhotoplás arrebenta em laminados para mercados como pet food

Impressão: requintes de automação na rotogravura exigem preparo dos operadores. “Para aumentar a produtividade e qualidade final, compramos mais duas extrusoras que entram em operação a partir do primeiro trimestre de 2016”. Pela média histórica da última década, esse anúncio do diretor Fernando Aparecido da Silva tem sido a infalível justificativa da convertedora Rhotoplás para comprar com regularidade equipamentos de rotogravura e linhas de produção de filmes blown a cada três anos. Outra referência nessa seara da modernização tecnológica, ele emenda, encaixa o executivo, é a praxe de substituir extrusoras e impressoras em regra após cinco anos de ativa e, em casos extremos, em 10 anos. Silva: produtividade para contrabalançar baixas margens de lucro. A ourivesaria do processo ajuda a explicar a solidez da fábrica sede em Barueri, Grande São Paulo, no superlotado reduto de flexíveis laminados. Com base na trajetória dos últimos anos, Silva informa que, em regra, a Rhotoplás destina 5% de sua receita a investimentos em máquinas e 3% à manutenção preventiva do parque fabril repartido em cinco flancos: pré impressão, galvanoplastia, extrusão, impressão, rebobinação e acabamento. Na foto do momento, a convertedora presidida por Joel da Silva Gomes roda com capacidade da ordem de 800 t/mês de flexíveis em regime de três turnos em seis dias por semana, informa Silva. As embalagens seguem para artigos promocionais, bebidas, produtos de higiene pessoal e limpeza doméstica e, notório xodó da casa, sacos laminados para pet food de grifes como Royal Canin. O diretor fixa em 35 funcionários o

 

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