A estrela do filme

Minematsu
Edson e Ricardo Minematsu: 30 anos de expansão no nicho mais concorrido da produção de flexíveis.
Embalagens flexíveis de polietileno e polipropileno responderam, no ano passado, por 30% da produção nacional de transformados de plásticos. O percentual explica por si, ao lado da disputa por clientes de produtos primários e alto giro, como alimentos e sacolas, a visão das extrusoras blown como reduto de alta mortalidade na indústria de bens de capital para plásticos. O histórico do segmento é pródigo em relatos de entra e sai de fabricantes nacionais, a exemplo da Wortex, a múltis do naipe da Reifenhäuser. Fincada em filmes monocamada, justo o nicho de rentabilidade mais desafiadora em flexíveis, dado o baixo valor agregado em jogo, a brasileira Minematsu forma na linha de frente ao romper a marca dos 30 anos de ativa neste octógono. “Devemos ter entregue cerca de 400 máquinas até hoje”, estima o sócio e diretor Ricardo Minematsu. O estopim da aventura chama-se Edson Minematsu, pai de Ricardo. Ele não caiu logo de cara no ninho do plástico. Com um irmão, entrou na construção de máquinas abrindo uma indústria de secadores de cabelo e daí saltou para equipamentos para reciclar plástico. A empresa sucumbiu sob calote de clientes e, depois de fechada, Edson seguiu sozinho na reforma e montagem de máquinas em geral. “Aos poucos”, conta Ricardo, “ele foi conquistando clientes a ponto de erguer uma carteira capaz de respaldar a constituição da Minematsu como fabricante de extrusoras blown em 1988”. Naquela época, as embalagens flexíveis estavam desbravando mercados hoje maduros no Brasil e as perspectivas de crescimento faziam ferver

 

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