Think Plastic Brazil: tarifaços dos EUA não travam exportações de transformados em 2025

Vendas externas apoiadas pelo projeto setorial beiram US$ 500 milhões
Think Plastic Brazil: tarifaços dos EUA não travam exportações de transformados em 2025
Pelas leis da aerodinâmica, a conformação do besouro o impediria de voar; mas ele voa. Pelas leis da economia, o preço da matéria-prima impediria o Brasil de exportar artefatos plásticos; mas ele exporta. Na proa da transformação de resinas, quem mais contesta esta regra é o projeto setorial Think Plastic Brazil (TPB). Sua missão de abrir espaços para exportações de transformados tem excedido as expectativas, na garupa da catequese de um empresariado que, em sua maioria, sempre teve olhos apenas para o mercado interno e cujas vendas externas também são dificultadas por entraves fora de seu controle. Entre eles, os espinhos do Custo Brasil e os preços das resinas nacionais, originárias da não competitiva rota da nafta e encarecidas também por barreiras comerciais. Apesar desses torniquetes, o desempenho do TPB cintila, prova seu balanço de 2025, ampliando constantemente sua receita, quantidade de destinos, ações comerciais e o elenco de indústrias apoiadas para internacionalizarem sua penetração, como passa a limpo nesta entrevista Carlos Moreira, diretor executivo do Instituto Nacional do Plástico (INP) e de projetos do TPB.

Qual o volume de negócios aferido pelo TPB em 2025 versus 2024 e qual o plano de metas e novos projetos traçados para este ano?

Entre janeiro e outubro de 2025, as empresas apoiadas pelo TPB exportaram US$ 441.361.114 quando se consideram apenas as transformadoras integradas às verticais produtivas (segmentos) de utilidades domésticas, construção civil, embalagens, agronegócio, brinquedos e puericultura. O resultado representa alta de 2,47% frente ao mesmo período de 2024, quando as exportações somaram US$ 430.705.651. Ao incorporar também a vertical de insumos, o total embarcado no acumulado de janeiro a outubro de 2025 alcança US$ 1.321.788.724, avanço marginal de 0,26% sobre 2024.Os insumos respondem por 66,61% desse valor exportado no período. No plano geral, o saldo compõe um retrato claro de concentração da pauta em itens de base e de maior escala.

Considerando apenas as verticais de maior valor agregado, nosso balanço de 2025 foi sustentado por uma recomposição interna relevante. O segmento de embalagem segue como a maior vertical em valor, com US$ 284.357.778 entre janeiro e outubro do ano passado, mas recuou 1,85% em relação a 2024 – o que, por si só, funciona como freio estatístico, dado seu peso na cesta dos cinco segmentos verticais. Em contrapartida, o reduto da construção civil avançou 19,53%, alcançando US$ 64.205.476; foi o principal vetor incremental em termos absolutos no período. O segmento de utilidades domésticas cresceu 5,64%, totalizando US$ 77.190.747, enquanto o agronegócio subiu 10,71%, para US$ 14.849.074. O compartimento de brinquedos e puericultura, apesar de manter participação residual, caiu 3,26%, com US$ 758.039. Em termos de estrutura, o ganho de participação mais expressivo foi aferido na construção civil, com aumento de 0,78% no agregado das verticais, sinalizando não apenas crescimento, mas maior relevância relativa dentro do portfólio exportador.

“2025 mostra um setor que cresce melhor quando amplia opções de mercado e reduz a vulnerabilidade a choques em poucos destinos e poucos segmentos da pauta exportadora”

Carlos Moreira, Think Plastic Brazil

Carlos Moreira – Think Plastic Brazil

Como analisa os resultados de 2025 do ponto de vista geográfico?

O mapa de destinos confirma continuidade com nuances importantes. As Américas permanecem como principal mercado, concentrando 91,88% das exportações das cinco verticais em 2025, mas com leve perda frente aos 92,87% de 2024. Na prática, isso não significa retração regional em valor, pois o continente aumentou 1,39% e somou US$ 405.529.144, mas uma perda de participação por causa do crescimento mais acelerado de outros mercados, em especial a Europa. O ponto central aqui é a mudança dentro das Américas: a América do Sul ampliou sua participação em 2,14% e cresceu 5,49%, enquanto a América do Norte encolheu 18,06%, com queda de 3,10% de participação, movimento consistente com um ambiente mais difícil de acesso ao mercado da região.

Esse ajuste evidencia-se, em particular, nos EUA. No acumulado de janeiro a outubro, o país passou de US$ 52.696.643 em 2024 para US$ 41.006.825 no ano passado, queda de 22,18%, com redução de participação de 12,23% para 9,29% do total exportado pelas nossas verticais produtivas. É um recuo que, por magnitude e velocidade, costuma estar associado ao aumento de barreiras comerciais e custos de internação, como medidas tarifárias e endurecimento de requisitos, além de maior seletividade de compras num cenário de incerteza. Em contrapartida, a dinâmica sul-americana foi claramente favorável: Argentina, Paraguai e Chile cresceram com consistência, atingindo, respectivamente, US$ 126.997.659 (+6,00%), US$ 53.871.276 (+11,91%) e US$ 44.738.145 (+13,39%). O Uruguai manteve volume elevado, com US$ 42.366.301, apesar de leve retração (-1,46%). Somados aos EUA, esses cinco destinos responderam por 70,01% das exportações das nossas verticais em 2025. Vale notar, ainda, movimentos relevantes dentro do próprio bloco regional: Colômbia cresceu 17,45% (US$ 24.363.603) e Equador avançou 26,61% (US$ 7.494.790), enquanto o Peru caiu 48,07% (US$ 6.324.501), sinalizando assimetria de demanda entre as economias andinas.

Qual o balanço do TPB para seus mercados fora do continente americano?

No ano passado, a Europa foi o destaque de nossa diversificação de destinos. As exportações para o continente somaram US$ 24.278.605 no período, alta de 27,23% frente a 2024, elevando a participação europeia para 5,50% e ampliando-a em 1,07%. O crescimento se apoiou em dois pilares complementares: o fortalecimento da região sul, com Espanha atingindo US$ 13.936.558 (+17,77%) e Portugal chegando a US$ 1.061.840 (+26,27%), e um salto expressivo no Leste Europeu, puxado pela Rússia, mercado que avançou para US$ 3.271.733 a partir de uma base baixa em 2024. Também houve expansão em mercados do Norte e Centro do continente, como Alemanha (US$ 1.320.262; +37,77%), ao mesmo tempo em que alguns destinos recuaram. Foram os casos da Bélgica (-53,67%) e Itália (-27,49%).

Em leitura econômica, o conjunto sugere que parte do esforço comercial foi realocado para mercados onde o apetite de compra e a viabilidade de acesso foram mais favoráveis. Isso compensou parcialmente a perda de tração que aferimos na América do Norte.

Essas mudanças no mapa de vendas de 2025 envolveram Ásia e África?

Na Ásia, o desempenho se manteve estável, com sinais de recomposição interna. O continente totalizou US$ 6.630.970 em 2025, recuo de 2,63%, mantendo participação de 1,50%. O Oriente Médio cresceu 4,45% e atingiu US$ 5.507.584, mas com mudanças claras entre países: Emirados Árabes Unidos caíram 13,13% (US$ 2.356.709), enquanto Israel subiu 25,43% (US$ 1.110.413) e a Arábia Saudita avançou 43,59% (US$ 978.500). Já a Ásia Oriental recuou 19,24%, com quedas relevantes em Japão e Coreia do Sul, o que ajuda a explicar por que o continente, no agregado, não acompanhou o dinamismo europeu em 2025.

A África, por sua vez, fechou janeiro a outubro de 2025 com US$ 4.357.836, retração de 5,38%, e participação de 0,99%. O dado agregado, porém, esconde uma mudança importante de composição. A África Ocidental caiu 43,38%, fortemente impactada pelo recuo da Nigéria.  Ele reduziu suas compras em 60,32% e passou-as ao saldo de US$ 866.076. Em contraste, houve avanço na África Austral – cresceu 74,17% (US$ 1.298.688), com destaque para a África do Sul, país que mais que triplicou seus resultados para US$ 581.028, e Angola, que somou US$ 564.736 (+14,31%). O norte da África também acelerou, com alta de 140,56% para US$ 729.968, influenciada por abertura ou retomada em mercados como Argélia. Em termos estratégicos, é um sinal de que, embora o continente ainda tenha peso pequeno no total, existem bolsões de tração que merecem leitura fina por país e não apenas com base no  agregado continental.

No fechamento do último período, o quadro geral do balanço do TPB é de crescimento moderado e de qualidade mista. Entre as cinco verticais produtivas, a expansão de 2,47% indica capacidade de avançar mesmo com turbulências em mercados relevantes, apoiada por ganhos robustos em construção civil e desempenho positivo em utilidades domésticas e agronegócio. Ao mesmo tempo, a queda em embalagem, sugere pressão concorrencial e reforça a necessidade de defender participação por meio de ações que possam nos ajudar a competir na América do Norte e a diversificar mercados. No consolidado com insumos, o quase-empate do crescimento (+0,26%) confirma que a dinâmica do setor, quando vista de forma ampla, permanece altamente dependente de uma vertical que concentra dois terços das exportações e teve leve retração, o que limita a tração agregada.

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Materiais de construção: carro-chefe das exportações de transformados com amparo decisivo do Think Plastic Brazil.

Quais os pontos de atenção trazidos à tona pelo balanço?

Primeiro, consolidar o bom momento na América do Sul, onde o crescimento é mais difuso e o ganho de participação é claro, sem perder de vista o risco de concentração excessiva em poucos destinos. Segundo, tratar a queda dos EUA como um tema tático de curto prazo, com gestão de barreiras, recomposição de canais e eventual reposicionamento de portfólio. Terceiro, acelerar o esforço de diversificação de modo disciplinado, aproveitando o avanço europeu e selecionando oportunidades em Oriente Médio e África. Em síntese, 2025 mostra um setor que cresce e o faz melhor  melhor quando amplia opções de mercado e reduz a vulnerabilidade a choques em poucos destinos e em poucos segmentos da pauta exportadora.

Quais as novas metas do TPB inspiradas pela atuação no ano passado?

Elas estão na pauta do nosso 15º Ciclo Estratégico, que cobre o biênio de 2026 e 2027. Sua ambição é clara: ampliar a base apoiada para 196 empresas no primeiro ano e 252 no segundo; manter uma taxa elevada de conversão dessa base em indústrias exportadoras, com meta de chegar a 160 delas em 2026 e 205 em 2027. Em paralelo, sustentar um ritmo relevante de renovação do portfólio, com 55 entrantes em 2026 e 51 em 2027, além da formação de novas exportadoras, projetadas em 5 no primeiro ano e 12 no segundo.

Do ponto de vista econômico, o indicador mais sensível e que ‘amarra’ o restante do esforço, é o valor exportado: o documento do ciclo projeta aproximadamente US$ 1,22 bilhão em 2026 e US$ 1,73 bilhão em 2027, a partir de metodologia que combina variação no número de empresas exportadoras e crescimento global, do mercados-alvo e do Brasil.

Estas metas são perseguidas num ambiente em que barreiras comerciais e exigências regulatórias ganharam peso e podem limitar acesso, reduzir margens e induzir mudanças de estratégia empresarial. Além disso, nosso diagnóstico mostra obstáculos de acesso ao mercado americano. Isso ajuda a explicar por que muitas empresas, em especial as mais expostas à América do Norte, avaliam alternativas como produzir parcial ou integralmente fora do Brasil.

Quantas empresas foram atendidas pelo TPB em 2025 e qual o seu efetivo atual de exportadoras ativas versus 2024?

Em 2025, considerando o consolidado disponível até outubro,  atendemos 260 empresas. No mesmo recorte, o efetivo de exportadoras ativas chegou a 190 empresas em 2025, contra 157 em 2024.

Quais os mercados abertos em 2025 pelo TPB no exterior?

Quando a gente olha para a agenda de ‘abertura’ propriamente dita, o TP Brazil concentrou o esforço, no ano passado, em cinco mercados internacionais para nossos transformadores: Colômbia, Chile, Argentina, Costa Rica e Equador. Na prática, a Colômbia aparece como mercado de abertura para diferentes grupos e como porta de entrada natural para ganhar escala regional com menor fricção regulatória que a observada na América do Norte. O Chile, por sua vez, entrou como aposta de abertura com lógica clara de qualificação de demanda e estabilidade comercial, enquanto Argentina, Costa Rica e Equador completaram o desenho.

O ponto importante é que essa abertura não ficou apenas no plano institucional; ela conversa com o que aconteceu na ponta das exportações no próprio ano. Esses cinco mercados somaram, entre janeiro e outubro de 2025, aproximadamente US$ 207,2 milhões em compras, perto de 47% de tudo o que exportamos nas verticais produtivas no período. Em comparação com 2024, houve ganho de peso relativo dessa cesta, o que indica uma realocação saudável do esforço comercial em direção a mercados onde conseguimos crescer com mais consistência. Dentro desse conjunto, Colômbia avançou 17,45% e chegou a cerca de US$ 24,4 milhões; Chile cresceu 13,39% e atingiu aproximadamente US$ 44,7 milhões; Equador subiu 26,61% e foi a US$ 7,5 milhões; Argentina cresceu 6,00% e alcançou US$ 127 milhões. Costa Rica teve recuo de 8,49%, para US$ 3,6 milhões, um sinal de que ‘abrir mercado’ não elimina a volatilidade de curto prazo, especialmente em países onde a demanda pode oscilar mais por ciclo econômico, câmbio e competição local.

Se for realmente homologado, quais as consequências do acordo comercial União Europeia (UE)-Mercosul para as exportações estimuladas pelo TPB?

A primeira consequência positiva é direta e econômica: a redução (em muitos casos a eliminação) das tarifas de importação na UE   para parcela muito ampla dos produtos do Mercosul. A combinação dessa diminuição tarifária com regras mais claras de comércio tende a melhorar a competitividade-preço do produto brasileiro na entrada. Isso significa, na prática, mais margem para negociar, mais previsibilidade para contratos e maior capacidade de disputar clientes europeus com base em custo total, ponto decisivo para muita compra industrial. A Europa já se mostrou um mercado com espaço para avançarmos mesmo antes da divulgação desse acordo – em 2025 o TPB conseguiu ampliar as vendas ao continente a partir de uma base ainda pequena, evidenciando a existência de demanda e de empresas brasileiras aptas a para operar dentro do padrão de competitividade europeu.

Segundo ganho: o setor transformador brasileiro é muito dependente das Américas e, dentro disso, vulnerável a choques de barreira comercial e a mudanças regulatórias em mercados específicos. Se a UE se abre de forma mais consistente, ela vira uma alternativa real de crescimento justamente no momento em que muitas empresas estão pressionadas a reavaliar estratégia por conta de tarifas e barreiras em outros destinos. Além disso, a Europa não é apenas um mercado grande, mas sofisticado, com cadeias produtivas integradas e compras com alto padrão técnico. Quando você conquista espaço lá, você ganha volume e credencial. Isso tende a fortalecer sua marca e facilitar sua entrada em outros mercados com exigências similares.

No plano dos segmentos, embalagens é onde o efeito do acordo bilateral pode ser mais expressivo, por duas vias. A primeira, com exportação de embalagens e artefatos plásticos para a própria Europa, favorecida por menor tarifa e menos atrito burocrático. Na outra via, o acordo tende a impulsionar fluxos do agronegócio para o mercado europeu e isso puxa demanda por soluções de embalagem, agrofilmes, irrigação e logística. Por sua vez, utilidades domésticas e bens de consumo ganham a chance de competir em nichos, desde que entreguem conformidade técnica, segurança de materiais e narrativa de qualidade. O segmento de materiais de construção pode avançar, mas aí a variável logística e o atendimento a normas europeias viram ponto central.

Outro efeito positivo está do lado dos insumos e da tecnologia. Se o acordo reduzir tarifas para máquinas, equipamentos, moldes, aditivos e matérias-primas de origem europeia, isso pode baixar custo de investimento e acelerar a modernização do parque industrial brasileiro. Eu vejo isso como competição saudável: acesso mais barato à tecnologia e insumos de alto desempenho melhora produtividade, qualidade e capacidade de atender especificações.

Brasil e Colômbia; remessas colombianas despontam entre as importações brasileiras de resinas e mercado colombiano azeita decolagem de transformados do Brasil na América do Sul

Brasil e Colômbia; remessas colombianas despontam entre as importações brasileiras de resinas e mercado colombiano azeita decolagem de transformados do Brasil na América do Sul.

E quais seriam os possíveis efeitos negativos desse acordo?

O primeiro é a pressão competitiva no mercado interno e na própria região. Se a indústria europeia ganhar acesso gradual ao Mercosul, seus produtos europeus entrarão com preço mais competitivo e qualidade muito forte, o que aperta margens e tira espaço de empresas menos eficientes. Isso pode afetar utilidades domésticas e brinquedos com mais intensidade, pois são segmentos em que importado concorre com o produto nacional no varejo. Em alguns nichos de construção civil também pode haver disputa, principalmente em itens de maior valor agregado. Existe ainda um risco regional importante: nós somos muito fortes no comércio intra-América do Sul e, com a abertura, parte dessa vantagem relativa diminui, porque países vizinhos passam a ter alternativa de compra europeia com tarifas reduzidas ao longo do tempo. Se a empresa brasileira não defender relacionamento, serviço, prazo e custo total, pode perder espaço.

Segundo ponto negativo: o custo de conformidade para exportar à Europa. Tarifa menor ajuda, mas não elimina as barreiras técnicas. A UE exige padrões rigorosos de segurança, química de materiais, rotulagem, rastreabilidade e sustentabilidade. Adequar produto a este padrão exige dinheiro e gestão. Então, o acordo pode ampliar a oportunidade, mas escancara a diferença entre empresas preparadas e as atreladas a processos pouco padronizados.

Terceiro risco: se a importação de resinas, compostos ou até semielaborados crescer muito e o Brasil não avançar em competitividade sistêmica, parte do valor agregado pode ser deslocado para fora. Em um cenário extremo, algumas empresas podem ser tentadas a importar partes prontas ou semiprontas em vez de produzir integralmente aqui, em especial se o Custo Brasil seguir alto.

Por fim, cabe considerar um elemento de timing e risco político. Mesmo homologado, o acordo tende a ter cronogramas de redução tarifária e um período de adaptação. Portanto, os ganhos não são instantâneos e, tratando-se de um entendimento com relevante componente ambiental/político, sempre existe a possibilidade de pressões, condicionantes e ruídos na sua implementação. Isso reforça a necessidade de trabalhar desde já com inteligência de mercado e com uma estratégia muito pragmática: selecionar nichos e países onde o Brasil tem competitividade clara, preparar conformidade técnica e ambiental, construir canal e presença comercial, e, ao mesmo tempo, defender os mercados regionais que hoje sustentam os volumes de nossas exportações.

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