Vem aí o efeito dominó

Rearranjo na indústria automobilística chegará ao setor de plásticos nobres, prevê diretor da Celanese

892
Num momento pra lá de embaçado, a norte-americana Celanese trombeteia a nacionalização de Celstran, série de compostos de termoplásticos de fibras longas. A indústria automobilística brasileira, motor dessa decisão, passa hoje um cortado equiparável ao amargado nos idos de 2008-2009, sob os reflexos mundiais da crise financeira do subprime nos EUA. No Brasil, licenciamentos de veículos novos declinaram 7,6% no primeiro semestre de 2014, enquanto a produção caiu 16,8% no mesmo período. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), megafone das montadoras, já revisou as projeções para o fechamento de 2014 e a expectativa agora é de freio puxado ao máximo: retração de 5,4% nos licenciamentos, 10% na produção e 29,1% nas exportações – ainda mais com o

Conteúdo restrito a assinantes e cadastrados.

Se você já é usuário, faça login.
Novos usuários podem se cadastrar abaixo gratuitamente.

Login de Usuários
   
Registro de Novo Usuário
*Campo obrigatório
COMPARTILHAR
Matéria anteriorTrocando em graúdos
Próxima matériaEssa luz não apaga