Linck: caixa de ABS promete diminuir perdas no transporte de órgãos.
Apesar da precariedade da saúde pública brasileira no plano geral, o país possui o maior sistema para transplantes de órgãos do mundo e o número de procedimentos cresce satisfatoriamente. No ano passado, 7.649 cirurgias do tipo foram realizadas no Brasil, quase 200 a mais do que 7.456 no ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO). De olho nessa expansão, a Biotecno, baseada em Santa Rosa (RS), inovou e criou uma caixa refrigerada para transporte de órgãos com a proposta de minimizar perdas no processo logístico. A solução é feita de copolímero de acrilonitrila, butadieno e estireno (ABS) e dispensa a utilização de gelo, explica o fundador da empresa Nerci Linck. O plástico, ele prossegue, ainda

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