O mercado não perdoa

Lugar de máquina obsoleta é no museu

Potência na transformação de materiais de construção, a Astra preserva em museu particular as máquinas consideradas marcantes nos 60 anos de estrada que está comemorando. Mas nas seis unidades do grupo, todas em Jundiaí, no interior paulista, os equipamentos na ativa têm passe livre no mercado internacional e as equipes responsáveis pela produção e compra de máquinas são mantidas a par do que rola na tecnologia globalizada. Com faturamento da ordem de meio bilhão de reais em 2016 e movida apenas por investimentos com recursos próprios, o grupo jundiaiense é avantajado demais para caber na moldura padrão do universo arredondado em 11.000 transformadores no Brasil, a maioria de menor porte. Mas capacidade e fôlego financeiro à parte, atitudes como a da Astra traduzem um alerta para o setor de artefatos plásticos. Desatrelada do Brasil e suas mazelas, a concepção de máquinas e processos para a transformação vem sendo virada de ponta cabeça pelo avanço de TI e automação em suas entranhas, assim como pelas hoje tateadas possibilidades para a impressão 3D deslanchar. Claro que a adesão do setor plástico a essa vanguarda ocorrerá, como ocorre com todas elas, de cima para baixo do Equador. Ou seja, do mundo desenvolvido para o sub. Mas a mudança virá de um jeito ou outro e mais dia menos dia, esteja ou não o Brasil nos eixos ou à deriva, como hoje. Seja a conjuntura daqui qual for, comprovam as reportagens a seguir envolvendo os principais redutos de máquinas básicas, o nome do jogo

 

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