Linha pet Sanremo: atenção no visual e rotulagem
“Há várias formas de um transformador buscar novo mercado e uma das primeiras medidas para isso é sair da cadeira e tratar de entender o campo em vista. Ou seja, além de pesquisa e fazer benchmark, ele precisa compreender a fundo as necessidades, sonhos e hábitos de consumo capazes de ajudar a criar uma oportunidade de criar valor”. Guilherme Luiz Pereira, diretor da consultoria de inovação Inventta, contratada para respaldar o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (Picplast, montado pela Abiplast e Braskem), enquadra neste seu postulado a tacada fora da caixa desferida pela Sanremo. Turbo brasileiro na injeção de utilidades domésticas (UDs), a grife gaúcha rompeu com paradigmas do seu ramo ao cruzar a soleira de um setor em êxtase orgásmico no Brasil, utensílios para animais domésticos, o chamado mercado pet care. “Identificamos uma oportunidade de participação com produtos de plástico no crescente mercado pet”, esclarece Sérgio Marques Dias, diretor superintendente da Sanremo. “Três anos dedicados a captar a dinâmica do segmento garantiram qualidade e adequação à nossa estratégia”. Nesse banho de imersão, ele aponta, constatou-se a inexistência em pet care de marca forte focada em trabalhar acessórios. “Como os consumidores da categoria conhecem a Sanremo e confiam na marca, entrevimos um bom caminho”, argumenta Dias. O consultor Pereira assina embaixo desse esquema de avaliação e acrescenta que um movimento de diversificação do negócio é, no plano geral, alavancado de duas formas. “Numa delas, o transformador deve analisar as expectativas da demanda em mira e tentar ofertar soluções

 

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