Desde sempre, não importa o governo de plantão, as exportações brasileiras de transformados de plástico são um cisco no mapa mundial. E desde sempre, no plano geral, os transformadores do Brasil concordam de boca com os martelados argumentos relativos à necessidade de exportar, em favor da atualização tecnológica, da geração de caixa e do alargamento da margem de manobra, mas seguem ariscos, na prática, a essa catequese. Em boa parte, não se pode culpá-los. Afinal, o fascínio exercido pelo mercado interno, com seus bíceps de consumo e suas frentes por explorar, sempre encheu os olhos da indústria de transformação e deixaram em segundo plano eventuais intenções de prospectar o terreno além das fronteiras. O Mercosul acentuou esse distanciamento e, cá

Conteúdo restrito a assinantes e cadastrados.

Se você já é usuário, faça login.
Novos usuários podem se cadastrar abaixo gratuitamente.

Login de Usuários
   
Registro de Novo Usuário
*Campo obrigatório