Levantada no astral

Otimismo cauteloso ressurge em um mercado-chave para PEAD

Em efeito dominó, a queda do poder aquisitivo abateu as vendas da cadeia alimentícia e a mão pesada da crise sobre as indústrias de base e automotiva avariou o consumo interno de produtos químicos. De 2015 para cá, essa derrubada arranhou uma jóia da coroa de polietileno de alta densidade (PEAD): o mercado de bombonas sopradas. O único ponto fora da curva neste cenário, o crescimento da demanda de agroquímicos para o cultivo de grãos, pinta agora, na garupa da expectativa de novos recordes produtivos no campo, entre as razões para transformadores dessas embalagens industriais botarem fé em dias melhores. Com 11 anos de milhagem nas costas, uma das pioneiras no país em embalagens fluoretadas e atuante, em especial, nos mercados alimentício, farmacêutico, químico e agroquímico, a Bomix Sopro é um sensor da conjuntura. “Até 2014, nossas vendas cresciam à média anual de 20%, patamar do qual nos aproximamos apenas no ano passado”, expõe o diretor comercial Marcus Zippinotti.”Devido aos sucessivos reajustes nos preços de PEAD e à forte pressão de clientes para impedir o repasse desses aumentos para as embalagens, as margens do negócio ficaram baixíssimas”. Para complicar o enrosco, ele prossegue, as indústrias usuárias de bombonas mudaram o comportamento. “Reduziram quase a zero seus estoques e passaram a comprar insumos somente com a venda concretizada, dificultando muito nossa produção e planejamento de vendas, pois exigiam urgência na entrega dos pedidos”. Sob este fogo cruzado, amarra as pontas o diretor, a Bomix Sopro rodou com ociosidade aproximada de 23%

 

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