Inovar para sobreviver

Walmir Soller
Nos dias atuais, o termo inovação tem marcado cada vez mais presença em discussões sobre a competitividade do setor industrial em âmbito global. Já é senso comum afirmar que empresas inovadoras são as que possuem mais chance de sobreviver a cenários desafiadores e às constantes mudanças no ambiente econômico, já que elas sempre estarão à frente em termos de desenvolvimento de produtos e tecnologias. Empresas que inovam mais são reconhecidas por terem melhores resultados financeiros, ambiente de trabalho diferenciado e cadeias de valor mais sustentáveis. No entanto, ainda há uma grande distância entre o discurso sobre inovação e o que é efetivamente aplicado na prática e esse abismo vale para inúmeras indústrias no Brasil. Estima-se que os gastos com inovação no setor plástico não diferem muito ao conjunto da indústria brasileira. Geralmente habituadas a estruturas enxutas e tradicionais, as empresas quando pressionadas pela competição costumam agir focadas em aumento de eficiência e redução de custos, muitas vezes por acreditarem que práticas inovadoras requerem investimentos exorbitantes e a contratação de equipes ultra especializadas, por exemplo. Para ajudar a desmistificar conceitos como estes e estimular a eficiência e competitividade do setor, Braskem e Abiplast uniram esforços para a criação do PIC – Plano de Incentivo à Competitividade da Cadeia do Plástico. O PIC tem como objetivo estimular o aumento das exportações dos produtos transformados, a Inovação entre as empresas e a Qualificação Profissional de toda a cadeia, com investimento de R$ 80 milhões. Dentro desta iniciativa está o Projeto Piloto de Gestão

 

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