Innova: Centro de Tecnologia em Estirênicos emplaca 10 anos

CTE já imerge na pesquisa e desenvolvimento de EPS e ABS

Marcus Dal Pizzol
Marcus Dal Pizzol

Mais integrado complexo de estireno e PS do Brasil, a Innova assegura sua dianteira dando rédeas soltas para seu pivô em pesquisa e desenvolvimento: o Centro de Tecnologia em Estirênicos (CTE), que cruza agora a barreira dos 10 anos de milhagem de voo. Entre os efeitos saídos de seus laboratórios de Polimerização, Reologia, Análises Químicas e Testes Físicos e de Processamento, sobressaem sete novas variações (grades) de PS, a maioria com depósito ou requerimento de patente no INPI. Hoje em dia, por sinal os produtos ali concebidos compõem mais de 30% do faturamento gerado pela resina para a Innova. Após a aquisição do controle acionário da empresa pela Videolar, o raio de alcance do CTE foi turbinado pela integração das plantas petroquímicas de Triunfo (RS) e Manaus (AM), homologando os produtos em todos os clientes. Outro desafio pela frente: a implantação, também no complexo gaúcho, das tecnologias relacionadas às novas resinas em vista, em especial poliestireno expandido (EPS) e copolímero de acrilonitrila butadieno estireno (ABS). Aliás, um laboratório está em montagem no CTE para se dedicar totalmente à entrada da Innova no palco de EPS por extrusão. “Nosso trabalho é pensar o universo dos estirênicos, sobretudo de forma integrada com as outras áreas da Innova. Dessa forma, conseguimos identificar e compreender as necessidades e oportunidades apresentadas pelos clientes”, explica Marcus Dal Pizzol (foto), gerente de Tecnologia e Desenvolvimento, à frente do CTE desde sua criação.

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