Desde o início, os perrengues da recessão plasmaram 2015 como uma descida aos infernos para o setor plástico. Mas em vez de entregar-se ao muro das lamentações, a Pavan Zanetti, titular nacional em sopradoras e injetoras (estande G 300), enxerga no choro geral uma deixa para vender lenço. Ao tempo fechado, a empresa responde na Feiplastic bombando com a apresentação da primeira sopradora híbrida por extrusão contínua construída no país, pivô de uma família de máquinas idealizada para não ser 10% mais cara que as linhas hidráulicas convencionais, comenta nesta entrevista o diretor Newton Zanetti. O momento não poderia ser mais propício, ele salienta, pois o lançamento atrai pela redução no consumo de energia. Além dos desenvolvimentos no pipeline da

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