Falta o adubo da informação

Embrapa constata pouco conhecimento no campo sobre a eficiência dos agrofilmes

agrofilmes
O cultivo protegido figura entre os sistemas produtivos de melhores vibrações de crescimento no meio rural, prevê o estudo “Visão 2030-O Futuro da Agricultura Brasileira”, recém lançado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), respeitado dínamo estatal da inteligência do agronegócio. “Alguns benefícios dessa forma de cultivo, fortemente associada à automação, são a produção em condições climáticas adversas e com intensificação e economia de áreas e recursos naturais”, acentua a pesquisa, apontando ainda para os produtores rurais o potencial no país da agricultura orgânica, caso de hortaliças, a tiracolo da demanda crescente por alimentos mais saudáveis e sustentáveis. O cultivo protegido, reluz o conteúdo de “Visão 2030”, paira sobre as sete megatendências ali apontadas: mudanças socioeconômicas; intensificação e sustentabilidade dos sistemas produtivos; mudanças climáticas; riscos na agricultura; agregação de valor às cadeias de produtos; protagonismo dos consumidores e convergência de tecnologias e conhecimento no campo. O céu de estrelas antevisto para o cultivo protegido teria tudo para enlevar os filmes de polietileno destinados a estufas, mulching e silos. Só que ainda não. E a cadeia plástica precisa abrir os olhos do mundo rural para, ao menos dessa vez, o Brasil deixar de ser o país que não perde a oportunidade de perder oportunidades, como dizia o economista Roberto Campos. O flanco vulnerável não é o capital intensivo requerido para o cultivo protegido nem a tecnologia submersa nas resinas, aditivos e extrusão dos agrofilmes. O xis do problema está na trava da informação a respeito desse sistema produtivo. Apesar de o

 

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