Estudo rastreia consumo bilionário de pigmentos

EUA, Europa e Japão continuam a ditar os rumos do setor

Apesar do vigor da produção asiática, puxada por Índia e China, o Primeiro Mundo não perde a majestade na manufatura de pigmentos de alta performance, vaticina pente fino da consultoria Smithers Rapra. É dela, por sinal, a estimativa de que o mercado global desse material emplaque na órbita de US$ 5,49 bi em vendas ao longo do próximo quinquênio, evoluindo à média anual de 2,9% até 2021. Nesse cenário, segue o estudo, EUA, Europa e Japão continuam a dar as cartas e ganham corpo as suas indústrias de menor porte dedicadas a pigmentos de perfil nobre, como as atuais linhas de termocrômicos, fluorescentes e nanocolorantes. A varredura da Smithers Rapa aponta duas vertentes para os futuros passos do setor: a pressão ambiental, no tocante à economia de água e tratamento do refugo industrial, e a consolidação de empresas de pigmentos, onda movida por regulamentações cada vez mais rígidas, incremento da competitividade mundial e por exigências específicas dos clientes. Na calculadora da consultoria, o consumo mundial de pigmentos avançados deve fechar o exercício atual em 178.844 toneladas e saltar a 206.921 toneladas até 2021, bombeado por evolução média anual da ordem de 3%.