Embalagens flexíveis: consumo aparente estável em 2017

Balanço da MaxiQuim desvenda contraste entre produção e faturamento do setor

embalagens plásticas flexíveis

Após três anos de estagnação, 2017 fechou com sabor agridoce para a indústria brasileira de embalagens plásticas flexíveis. Balanço saído do forno da consultoria MaxiQuim revela consumo aparente estabilizado, com variação de -0,2% sobre os resultados de 2016, produção recorde e, em contraponto, faturamento a desejar no último período.

De acordo com a varredura, o setor produziu 1.908.000 toneladas no ano passado ou 4% acima do exercício precedente e o maior volume no histórico desde 2011. Por sua vez, a receita ficou em R$ 19,7 bilhões, montante considerado pela Maxiquim inferior em variação nominal (-6,6%) e em variação real (-2,6%) em relação ao saldo de 2016. No compartimento do comércio exterior, o setor nacional de embalagens flexíveis fechou 2017 com importações de 59.000 toneladas exportações de 96.000, projeta a consultoria.

Para o exercício atual, energizado pela projeção de avanço de 3% no PIB, a MaxiQuim  prevê crescimento para todos os redutos de embalagens flexíveis, com destaque para descartáveis (varejo) e sacaria industrial.