De frente pro crime

Violência sufoca transformação de plástico no Rio

Na média de janeiro a abril deste ano, 16 tiroteios diários no Rio de Janeiro foram relatados por moradores nas mídias sociais e 51 ônibus foram incendiados por vândalos nos primeiros cinco meses. Por essas e muitas outras, o nível caótico da criminalidade no Grande Rio tem sido equiparado pelos próprios cariocas à guerra na Síria. Além do sofrimento infligido à população, a combinação da violência à solta com a falência do governo estadual instauram um pesadelo à luz do dia para a atividade das indústrias. A transposição dessa tragédia para a transformação de plástico do Rio é a tônica dessa entrevista concedida por Luiz Felipe Amorim, integrante da equipe de vendas no mercado fluminense da distribuidora de resinas Activas

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