Chores por mim, Argentina.

550
Recessão e o calote sapecado em credores pelo governo de Cristina Kirchner atearam fogo às vestes do comércio da Argentina com o Brasil e, por tabela, a cadeia plástica sai chamuscada. “É uma questão momentânea, de elevada instabilidade, protecionismo e liquidez reduzida, situação sem muita tranquilidade prevista também para 2015 devido às eleições na Argentina”, pondera Otávio Carvalho, diretor da consultoria MaxiQuim. Mas ele contrapõe que o país já viveu dias piores e seguiu crescendo. Além do mais, diz, trata-se de mercado dolarizado, “onde não se discute o imediato repasse da desvalorização do peso no preço da resina”. Como alternativa aos termoplásticos e transformados do Brasil para contornar a anemia da demanda argentina, Carvalho sugere, além do mundo extra bloco

Conteúdo restrito a assinantes e cadastrados.

Se você já é usuário, faça login.
Novos usuários podem se cadastrar abaixo gratuitamente.

Login de Usuários
   
Registro de Novo Usuário
*Campo obrigatório
COMPARTILHAR
Matéria anteriorComo injetar competência
Próxima matériaO bonde passou?