CAIP apresenta balanço de plásticos de engenharia na Argentina em 2010-2014

Consumo aparente de PC avança de forma consistente, enquanto o de PA encolhe no período.

O consumo aparente de plásticos de engenharia na Argentina está longe de ser linear, de acordo com levantamento da Cámara Argentina de la Industria Plástica (CAIP). De 2010 a 2014, a demanda de poliamida (PA) levou um tombo, a de acrilonitrila butadieno estireno (ABS) e copolímero de estireno e acrilonitrila (SAN) apresentou altos e baixos, ao passo que a de policarbonato (PC) registra bons avanços.

O consumo de PA saiu de 28.107 t em 2010 para 23.795 t no ano passado, com uma leve recuperação sobre 2013, quando o volume chegou a 23.331 t. A produção do termoplástico em 2014 cravou 39.500 t, praticamente estável sobre 39.400 em 2010. Em 2013, o índice havia batido 40.800 t. As importações saíram de 17.735 t para 10.046 t nos quatro últimos exercícios, enquanto exportações recuaram de 29.028 t para 25.751 t em igual intervalo.

No flanco dos estirênicos, o consumo aparente de ABS deslizou para 6.827 t em 2014, partindo de 7.613 t em 2010 e atingindo patamar de 8.414 t em 2013. O volume de SAN, por seu turno, progrediu de 2.184 t em 2010 para 2.563 t no ano passado, depois de chegar ao ápice de 2.986 t em 2012. A demanda dessas resinas é atendida em sua totalidade por importações. O mesmo acontece com PC, cujo consumo aparente saltou de 8.354 t para 10.727 t no período 2010-2014.