Brasil: vendas de refrigerantes perdem o gás

Declínio persistente da demanda pode afetar o balanço de PET

Maior joia da coroa de PET, o mercado brasileiro de refrigerantes perdeu há bom tempo o gás de um balanço no azul e, pelo andar da carruagem, este ano não deve ser exceção. Estudo divulgado da Nielsen constata queda de 4,7% no volume acumulado de vendas entre janeiro e agosto último. Em contrapartida, para alegria em especial da caixa cartonada, subiu no mesmo periodo o consumo, surfando na onda da saudabilidade que execra os refrigerantes, das seguintes bebidas: água de coco, com avanço de 10,9%; sucos prontos, 2,4% e chás prontos (10,5%). Ainda entre as alternativas, é promissor o horizonte para um nicho de PET hoje hiper discreto: água saborizada. Pelo tarô das análises da Euromonitor, a categoria deve crescer 0,6% em volume este ano no país, totalizando 354,4 milhões de litros.

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