BATE E VOLTA

O Brasil está na mira Uma pergunta para Walter Sanchez, gerente de vendas para exportações e distribuição de polietilenos (PE) da indústria norte-americana Chevron Phillips Chemical Company. PR – Como sua empresa avalia a América Latina e o Brasil, em particular, como potencial destino externo de parte da produção de seus dois complexos de PE hoje em construção nos EUA?  Sanchez – A implantação desse projeto está em andamento, como demonstra a recente implantação dos equipamentos para PE na localidade de Old Ocean, defronte ao Golfo do Texas. O empreendimento no Texas engloba um cracker de etano nas instalações em Baytown e duas unidades da resina (polietilenos linear e de alta densidade) em Old Ocean, no nosso  complexo de Sweeney. A  relação comercial da Chevron Phillips Chemical com o Brasil remonta aos anos 1960, período em que a Phillips Petroleum Company participou da construção de unidades em Santos e Candeias. Hoje em dia, não operamos plantas no Brasil e a Chevron Phllips Chemical, joint venture entre e a Chevron Coroporation e a Phillips 66, forma entre os maiores produtores mundiais de olefinas e poliolefinas, além de integrar a liderança no suprimento de aromáticos, alfa olefinas, estirênicos, especialidades químicas e dutos de pressão de PE. Como membro da rede global de afiliados de marketing da companhia, a Nova Petrene, sediada em São Paulo, atua como agente de nossos produtos há mais de 30 anos e assim tende a continuar. Com base em nossa presença há bom tempo na América Latina, compreendemos

 

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