ABS e SAN: Ineos Styrolution amplia capacidade no México

Expansão reduzirá importações complementares dos copolímeros estirêncios

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Já refeita da morte no berçário de seu balado projeto a quatro mãos com a Braskem, relativo a uma planta baiana de 100.000 t/a de copolímero de acrilonitrila butadieno estireno, a petroquímica  alemã Ineos Styrolution prepara um voo solo. Antenada nas perspectivas azuis, apesar dos rugidos de Donald Trump, para a construção civil e as indústrias mexicanas de  autos, brinquedos e eletrodomésticos, a empresa desfralda o plano de desgargalar, a partir deste semestre, a sua capacidade de ABS e copolímero de estireno acrilonitrila (SAN) em Altamira, na orla do Golfo do México, elevando o potencial da faixa de 20.000 para 180.000 t/a. A expansão implicará, segundo assinalou a empresa para a mídia, redução  das necessidade local de importações complementares  desses estirênicos de outras bases da Ineos Styrolution, deixando-as com mais desenvoltura para atender outros mercados internacionais.