A selfie do setor

Por que a premiação dos melhores do ano extrapola a crise

A situação anda tão preta que, meses atrás, uma fonte do mercado mandou e-mail a Plásticos em Revista indagando se havia clima dessa vez para realizar o único evento dedicado a identificar e eleger, mediante pesquisa de opinião, as melhores empresas e profissionais do setor plástico do Brasil: o Prêmio Plásticos em Revista (PPR). A pergunta tinha razão de ser. Para onde quer que se olhe no setor, os estragos causados pela recessão saltam à vista. São fabricantes sem vender equipamentos há um ano; mercados-chaves do plástico estirados na UTI, como autopeças e materiais de construção; índices recordes de ociosidade e endividamento entre transformadores e, o pior de tudo, uma enorme incerteza quanto ao que vem por aí em 2017. A lógica da conjuntura, portanto, seria um pretexto bem aceito na praça para o PRR 2016 ser cancelado. Ocorre que essa desculpa pontual seria capenga, pois teria um efeito deletério sobre duas necessidades perenes: 1) o reconhecimento dos talentos pelo mercado, através do PPR, também é uma forma de continuar a atrair o sangue novo e bom que o profissionalismo do setor plástico requer e 2) trata-se do único evento do ramo a agir como ponto de encontro anual de todas as facetas da cadeia do plástico. Na agenda do setor, a noite do PPR é a marca do encerramento do ano e uma oportunidade única para se iniciar e fortalecer relacionamentos. Como não há crise que derrube esses argumentos, o evento não rompeu sua sequência iniciada há mais de

 

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