A reengenharia

As forças que estão alterando o convívio do setor plástico com a indústria automobilística

a reengenharia
O relacionamento da cadeia plástica brasileira com a indústria automobilística prima pela alta fluidez e densidade. Mas a padronização dos requisitos para os polímeros de autopeças e as políticas de preços num setor regido por diretrizes globais exigem uma reengenharia dos liames entre as resinas e a montagem de veículos. É o que evidencia esta entrevista do engenheiro Mauro de Souza Paraíso, filiado ao braço no Brasil da Society of Automotive Engineers (SAE). 1 Quais as principais dificuldades para as montadoras conciliarem as especificações globais para peças com os plásticos e processos disponíveis no Brasil? Existe uma relação direta entre as dificuldades técnicas e a viabilidade econômica. A grande diversidade de tipos de materiais plásticos utilizados complica a obtenção de um volume de compra de matéria-prima relevante. Daí a necessidade da atuação do profissional altamente qualificado que, dentro da montadora e com acesso e reconhecimento das áreas de engenharia globalizadas, possa fazer este trabalho de redução do número de classes de materiais existentes nos veículos e entre os diferentes tipos de modelos de autos, de forma a tornar estes volumes relevantes. A propósito, o suporte dado pelos fornecedores de materiais plásticos é, no geral, muito bom e pode ser considerado equivalente ao prestado pelos fornecedores de metais e componentes metálicos. Considero que esta é uma qualidade do brasileiro, de estar disponível para ajudar quando solicitado, mesmo que demande, em um primeiro momento, uma ação sem retorno comercial imediato. 2 Uma forma de as montadoras economizarem com materiais plásticos seria comprar

 

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