A Mcondenação

McDonald’s proíbe EPS sem levar em conta seus atributos sustentáveis, nota executiva da Styropek

Pivô de boicotes e protestos ecoxiitas desde o século passado no ramo de fast-food, poliestireno expandido (EPS) entrou em contagem regressiva e sem lanche feliz no epicentro desse setor. A pretexto de embarcar na corrente da proteção ambiental pelo repúdio a embalagens descartáveis, a rede norte-americana McDonald’s anunciou em janeiro o banimento do material de todas as suas lojas no planeta até dezembro próximo. “Os clientes disseram que o refugo de embalagens é a principal questão ambiental que gostariam de nos encaminhar”, declarou em comunicado Francesca DeBaise, responsável por suprimentos e sustentabilidade da empresa. “Nossa ambição é efetuar mudanças desejadas pelo público e usar menos embalagens, com preferência pelas de fontes selecionadas de forma responsável e desenhadas para aproveitamento pós-consumo“. No afã de vestir a farda verde da economia circular, o McDonald’s tampou os ouvidos a todos os atributos sustentáveis de EPS que lhe são martelados há décadas pela cadeia do estirênico, a exemplo da reciclabilidade e ciclo de vida nos conformes, como assinala nesta entrevista Debora Rizzo Cervenka, gerente de marketing da subsidiária local da Styropek, produtora de EPS no Brasil e controlada pelo mexicano Grupo Alfa. PR – A decisão do McDonald’s pode ser mundialmente seguida por outras redes de fast-food e até inspirar mais projetos de lei regulamentando a proibição de EPS em copos e embalagens de alimentos? Débora Cervenka – A probabilidade de outras redes, indústrias ou até mesmo setores da indústria de copos, alimentos e varejo irem por este caminho acaba minimizada, devido à falta

 

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