3M assedia agrofilmes para suas microesferas de vidro

Chamarizes são aumento na produção e dispensa de dióxido de titânio

3-M-microesferas-de-vidroBem sucedidas no ingresso em autopeças, as microesferas de vidro da norte-americana 3M Co. agora espreitam espaços no agronegócio. O chamariz brandido pela empresa para esse setor é a possibilidade, mediante o acréscimo das microesferas à composição, de se produzir maiores volumes de filmes com a mesma quantidade de polietileno linear e de baixa densidade. As microesferas, divulga a empresa na mídia norte-americana, também podem prover alvura aos filmes, como alternativa ao uso dióxido de titânio, e disseminar a luminosidade por uma área do filme superior à ensejada pelo pigmento branco, favorecendo assim o plantio. Em 2015,  a 3M iniciou experimentos com produtores de agrofilmes relativos às suas microsferas de vidro, cujo uso em  requintados painéis de instrumentos colaminados para a montadora GM, substituindo carbonato de cálcio, mereceu láurea, em novembro passado, da divisão automotiva da entidade Society of Plastics Engineers.