EUA: transformação faturou US$ 157.3 bi em 2024

Quantidade de indústrias equivale a 10% do número de empresas no Brasil
EUA: transformação faturou US$ 157.3 bi em 2024

Na superfície, a lógica é incontestável, mas na realidade subterrânea são outros quinhentos. Essa distorção matreira de fatos e números brota do confronto entre os indicadores da transformação de plástico dos EUA, a maior economia mundial, e do Brasil. Postado em 22/9, o rastreio relativo ao exercício fiscal de 2024 do setor americano, compilado por meio de enquete direcionada a empresas pelo site Plastics News, envolve cerca de 1.300 indústrias à frente de receita total projetada em US$157.3 bilhões. Pelos dados setoriais mais recentes disponíveis, a transformação brasileira faturou em 2023 perto de US$ 23 bilhões (dólar a R$ 5.32) embolsados por 12.429 empresas registradas (11.132 em 2016), das quais 5.2% grandes; 17.6% médias e 77.1% menores. Noves-fora, com uma desconcertante quantidade de indústrias 90% maior que a do mesmo setor nos EUA, a transformação brasileira comercializou 15% do total da renda obtida pela contraparte norte-americana ano passado.

Na pista da termoformagem nos EUA, o ranking de Plastics News arrola 203 transformadores relevantes, que responderam à enquete, com receita geral de US$16.4 bilhões em 2024. A cifra é repartida em 87% para embalagens e 13% para usos industriais. No cômputo final lideram em vendas no segmento, por ordem cronológica, as empresas Pactiv Evergreen, Dart Container e Berry Global.

Um contingente de 102 transformadores expressivos, que colaboraram com a pesquisa de mercado, compõe o reduto americano de sopro, somando faturamento de US$22.2 bilhões em 2024, distingue a varredura de Plastics News. O rendimento é partilhado entre 80% para garrafas e 20% a usos industriais. As lideranças em vendas são atribuídas, por ordem de importância às indústrias Amcor Rigid Packaging, Graham Packaging e Plastipak Packaging.

Rincão mais populoso da transformação de plástico nos EUA, a injeção abrange no levantamento 581 indústrias significativas, responsáveis por receita de US$41.9 bilhões em 2024. Desse montante, uma parcela de 22% é provida por empresas menores e 78% procedem das top 100. Entre elas, pela cronologia, encabeçam as vendas a Amcor Global Containers & Closures, IAC e AptarGroup.

Enraizado em materiais de construção, o segmento americano de tubos, perfis e mangueiras acolhe, pela lupa do mapeamento de Plastics News, 188 transformadores participantes da enquete, empoleirados em vendas de US$32.9 bilhões em 2024. Esse faturamento é cindido em 51% para tubos; 4% para perfis e 5% para mangueiras. Dominam o último balanço do ramo as empresas JM Eagle, Cornerstone Building Brands e Westlake Corp.

Filmes e chapas arrebatam a vice-liderança em vendas por segmentos da transformação americana. No retrospecto de 2024 delineado por Plastics News, esse espaço é preenchido por 162 empresas (651 fábricas) que cooperaram com a pesquisa, acumulando receita em 2024 do calibre de US$41.4 bilhões. Um naco de 81% dessa dinheirama procede dos fornecedores de flexíveis e 19% compõem a contribuição dos transformadores de chapas (filmes mais espessos). Na linha de frente dos campeões de vendas em 2024 alinham-se Amcor Flexibles, Interplast Group e Sigma Plastics Group.

O pente-fino de Plastics News se estende a dois compartimentos anexos à transformação americana de plásticos. Um deles é o segmento de ferramentarias de moldes, protegido por hiper tarifaço de Trump. Faturou US$3 bilhões no ano fiscal de 2023 (dados de 2024 não revelados) a cargo de 139 matrizarias abarcadas pelo estudo. Por fim, no tocante à reciclagem e operadores comerciais intermediários, o levantamento distingue 158 empresas integrantes da enquete por trás da produção de 5.8 milhões de toneladas de reciclados em 2024 e, do volume total, 56% originam-se de aparas industriais e 44% de plástico pós-consumo.

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