Coreia do Sul planeja reestruturar petroquímica

Governo e indústria pretendem reduzir capacidade de eteno
Coreia do Sul planeja reestruturar petroquímica
Petroquímica sul-coreana: reformulação inclui maior integração com refino local de petróleo e gás natural.

Fruto indesejado do tarifaço de Trump em meio à enfraquecida demanda interna de autopeças e materiais de construção, os preços do copolímero de acrilonitrila butadieno estireno (ABS) sul coreano subiram nos EUA incomuns 15%, constatou em 25/8 rastreio do site Plastics News. Embora produtor do plástico de engenharia, os EUA dependem visceralmente de uma parcela importada e, no bojo dela, reluzem grades de ABS da sul-coreana LG Chem, hoje no vermelho hemorrágico a ponto de constar entre as alegações do governo de Seul para reestruturar sua petroquímica mediante intervenção direta excepcional, conforme noticiado em 21/8 pelo site Chemical Week. Os planos aventados pelo empresariado e máquina pública podem gerar cortes voluntários da ordem de 2.7 milhões a 3.7 milhões até dezembro na excessiva capacidade total estimada em 13 milhões de t/a de eteno, através do fechamento de crackers algemados à nafta.

Em abordagem direto ao ponto, o governo sublinhou três diretrizes-chave para a reestruturação da deficitária petroquímica do país. Uma delas é reduzir o excedente de eteno enquanto transcorre a migração de três complexos do setor de resinas commodities para especialidades de maior valor. No mais, o governo se empenha em munir a indústria de consistência financeira e minimizar o choque da sua reformulação na economia e empregos na região. No âmbito da competitividade buscada pela via cadeia produtiva, o governo se compromete a estreitar o elo a montante dos complexos petroquímicos locais com refinarias de petróleo e gás

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