O estireno originário da reciclagem química patenteada pela canadense Pyrowave passou com garbo por uma prova de fogo: seu emprego como matéria-prima de elastômero e poliestireno expandido (EPS), relata o site Plastics Today. O experimento transcorreu em duas plantas francesas da Michelin, fabricante de pneus, e Knauf Industries, transformadora de EPS. A primeira produziu com o monômero quatro toneladas de borracha de estireno butadieno (SBR) considerada ok para a fabricação de pneus, enquanto a Knauf produziu com o estireno recuperado peças técnicas e de isolamento térmico em EPS, além de embalagens qualificadas para contato com alimentos. A Pyrowave recupera o estireno via despolimerização de resíduos de PS por micro-ondas, tecnologia que a empresa sustenta reduzir 82% de emissões de gases estufa e superar alternativas de reciclagem avançada pelo flanco térmico, com base no aquecimento mais rápido e intenso do plástico pós-consumo e porque o processo da Pyrowave permite o emprego de fontes renováveis de energia, contribuindo para a descarbonização.
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