O mercado da distribuição de poliolefinas nacionais (PP e PE da Braskem) foi abalroado pelas importações de resinas a preços competitivos devido ao excedente global e matéria-prima (gás/etano) mais barata. Por causa disso, Braskem tem rodado com nível restrito de ocupação e, assim, o crescimento da demanda interna tem sido alimentado pela resina importada. Qual a estratégia da Mais Polímeros para não perder market share e quais caminhos busca para crescer?
Com o desequilíbrio da balança entre oferta e demanda na indústria global de resinas termoplásticas, o aumento dos volumes das importações, bem como sua competitividade majorada, são com certeza os grandes fatores que as resinas importadas trazem a todos os mercados – Brasil incluso –, mas de maneira mais prejudicial àqueles de bases menos competitivas. De outro lado, as resinas nacionais atendem perfeitamente as demandas especificas do mercado brasileiro, desenvolvidas por décadas em conjunto com a indústria de transformação, apresentando um portifólio ultra diversificado e praticamente personalizado para diversas aplicações e necessidades.
No referente à Mais Polímeros, estamos continuamente buscando novos produtos nas adjacências do nosso portfólio para poder entregar soluções mais completas aos clientes. Além das linhas de reciclados de PP e PE, adicionamos ao mostruário produtos do universo das especialidades, algumas inclusive com exclusividade e de domínio técnico da indústria nacional. No mais, reestruturamos a organização com a criação de dois negócios distintos (commodities e especialidades) para termos equipes focadas nas demandas específicas de cada um desses segmentos e reforçamos as equipes internas e externas (agentes).
“Buscamos novos produtos nas adjacências do nosso portfólio para entregar soluções mais completas”
Rafael Christo / Mais Polímeros


