EUA: arrancada das exportações de etano

China é o maior cliente da matéria-prima para petroquímica
EUA: arrancada das exportações de etano

A procura esbraseada de matéria-prima competitiva para petroquímicos e a disponibilidade de cargueiros maiores e específicos para o frete (aptos a transportar 1.5 milhão de barris em rotas intercontinentais) azeitam a previsão de salto de 25% este ano e de 16% em 2026 nas exportações norte-americanas de etano, sustenta a autarquia US Energy Information Administration (EIA), relata newsletter da empresa Polyolefins Consulting. Desde a autossuficiência atingida neste século no petróleo e gás natural, os EUA não importam etano e, no plano mais recente, cresce a galope no país a estrutura para exportações do petroquímico básico.

A China decide o saldo das exportações de etano dos EUA, tendo mobilizado 47% delas em 2024, situa a EIA. O índice não deve ser chamuscado este ano pela guerra comercial com a Casa Branca, porém pende para amainar o pique em 2026, em razão da erosão das margens de lucro na química/petroquímica mundial e do excedente de derivados de eteno no leste asiático, argumenta a mesma fonte oficial. No rastreio d EIA, a capacidade exportadora de etano dos EUA ronda 1 milhão de barris/dia na média mensal deste ano e prenuncia 1.2 milhão de barris/dia pelo mesmo parâmetro em 2026.

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