Warren Buffett é posto à prova

Porque a MM é um caso de quem pensa fora da caixa

Nos dias de hoje, encontrar quem invista numa fábrica zero bala de transformação de plástico é achar agulha em palheiro. Ainda mais quando o foco da produção recai num filme ultra tradicional, a ser gerado em baixa escala para duelar no mercado nacional com uma concorrência maciça e super pulverizada. Pois nada disso intimidou os irmãos Marcelo e Marcos Prando, donos da distribuidora paulistana Replas, a aportar cerca de R$ 6 milhões numa fábrica de shrink com partida agendada  para novembro na Zona Franca de Manaus. “Como diz o zilhardário Warren Buffett, ‘quando todos estão gananciosos, tenho que ser medroso e quando todos estão medrosos, tenho que ser ganancioso’’’, cita Marcelo. “Na verdade, sou um otimista cauteloso, pois nosso investimento está 100% pago; o risco do negócio foi calculado”. Entrar na transformação era um sonho dos sócios da Replas com raízes familiares. “Meu pai, João Prando, iniciou em sua empresa a produção de sacos de lixo em 1977 e nós sempre tivemos o objetivo de dar continuidade à atividade industrial”, justifica Marcelo. Ele admite que poderia ter fincado a planta de shrink em outros núcleos de transformação movidos a benefícios fiscais e mais próximos da demanda do Sul/Sudeste, a batuta do consumo brasileiro. “Esses núcleos dispõem de incentivos tributários estaduais, enquanto em Manaus eles são federais”. Conforme divulga o Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam),para o investidor conseguir os incentivos, precisa cumprir um mínimo de atividade de manufatura – Processo Produtivo Básico (PPB) – , definido pelo Ministério

 

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