Verde esperança é a cor da hora

Componedores sentem o mercado trazendo bons fluidos

“Os sinais de reação crescente da economia e as previsões positivas de setores importantes da transformação contribuem para nosso otimismo em relação a este ano”, argumenta Glauco Moraes, diretor comercial da Cromex, nº1 nacional em masterbatches, a tiracolo da capacidade de 75.000 t/a na matriz em São Paulo e de 25.000 t/a na filial na Bahia. Se o plástico é um sensor da economia, dada a sua presença em todos os mercados, masterbatch, pelo mesmíssimo motivo, é uma bússola do consumo de resinas. Num rasante por esse quadro, Moraes assinala que a indústria de embalagens, maior consumidora de termoplásticos, sofre menos oscilações que os demais setores aos humores da política econômica, por atender em maior volume os redutos de bens de consumo e não duráveis. “Isso acaba gerando uma determinada estabilidade e um crescimento relevante”, defende o executivo. Seu parecer, aliás, é endossado pelo último balanço de um cliente platinum de masters sólidos: as embalagens flexíveis. Varredura recém-saída do pipeline da consultoria MaxiQuim confirma aumento de 4% na produção nacional, fechando 2017 na faixa de 1,9 milhão de toneladas, e com projeções no azul ultramar para todos os segmentos de flexíveis este ano, com destaque para descartáveis (varejo) e sacaria industrial. No mesmo diapasão, Moraes comenta presenciar significativo incremento na demanda de cores e aditivos da Cromex para o agronegócio e, lógico, embalagens. Nos bastidores da cor, uma pedra no sapato dos componedores é a fieira de aumentos nos preços de um insumo que, na calculadora do consultor Amarildo Bazan,

 

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