“Como toda a indústria brasileira, temos sofrido com os aumentos do custo da energia”, reconhece William dos Reis, diretor da unidade de negócios de máquinas para plásticos da Romi (estande K 298), pêndulo nacional em injetoras e sopradoras. Para amenizar esse baque, ele conta, a indústria de Santa Bárbara d’Oeste (SP) trata de enfatizar a racionalidade no uso de eletricidade, desde a fundição de peças aos testes finais das máquinas, e investe na substituição de equipamentos e processos defasados e de baixo desempenho energético. “Investimos, por exemplo, num sistema de Manufatura Flexível (FMS), cujos três centros B&W reduzem o impacto do gasto de energia na usinagem das peças”, ilustra Reis. Em contraponto, a empresa pega a pane de energia como

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