Vantagens transparentes

Luigi Bandera reformula produção de chapas de PET

Extrusora de chapas de PET: dupla rosca corrotante com 3 zonas de degasagem.
Ao longo de dois anos, a transformadora gaúcha Galvanotek adquiriu duas extrusoras de chapas de PET, cada uma com capacidade de 1.500 kg/h, montadas pela italiana Luigi Bandera. O curto intervalo entre as duas aquisições indica, por si, o reconhecimento da excelência dessa tecnologia, extensiva à blindagem dos flakes a qualquer ameaça de contaminação no processo. Nesta entrevista, Vito di Bisceglie, gerente para o mercado externo da Luigi Bandera revela porque seu equipamento escapa da vala comum no gênero. Bisceglie: desempenho certificado pela FDA. PR – Quais os diferenciais de apelo sustentável da coextrusora de PET da Luigi Bandera? Bisceglie – A empresa foca tecnologia de dupla rosca corrotante, com três zonas de degasagem. A máquina não trabalha cheia como o modelo monorosca e, portanto, não degrada ou amarela o poliéster. Mesmo com o material reciclado é possível obter-se uma lâmina brilhante e muito transparente, dando a impressão de que se está se usando um auxiliar para aumentar a cristalinidade ou somente PET virgem. Outros pontos altos do equipamento incluem a reologia de rosca e canhão que viabiliza o uso de vários materiais na extrusão sem alterar suas características, apenas os perfis de temperatura, e o sistema de cabeçote permite o controle de todas as camadas da lâmina, com possibilidade de ajuste de espessura semi ou 100% automático no cabeçote aliado a um sistema também automatizado de redução de largura da chapa. PR – Como é feito o tratamento anticontaminante dos flakes nessa extrusora? Bisceglie – Com os recursos da

 

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