Vale a pena ir contra a corrente

A necessidade tirou a Radici da zona de conforto. E ela se deu bem.

Dois anos seguidos de crepúsculo nas vendas de bens duráveis balearam a carótida dos compostos de engenharia, efeito do seu tubo de oxigênio ligado em autopeças e eletroeletrônicos. Em lugar de chorar no meio fio, uma saída do beco é pensar fora do quadrado, sugerem os movimentos da subsidiária local da Radici Plastics, braço do grupo italiano Radici, cânone global na polimerização e beneficiamento de poliamida (PA). Contra a lógica do negócio, ela fechou o balanço de 2016 com receita na órbita de R$ 164,8 milhões contra R$160 milhões precedentes Desde 2015, sua participação de mercado saltou de 2% para 12%, com vendas dominadas em 55% por São Paulo, vindo bons corpos atrás a região sul, com 20%. A partilha

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