Carlos Fadigas, presidente da Braskem, entrou numa quadra em que suas afirmações são contempladas com o benefício da dúvida. Não que lhe falte credibilidade, competência ou conhecimento. A causa dessa situação, inédita em sua meteórica carreira, decorre da ventilada intenção na mídia, relativa à possibilidade de a Petrobras, segunda maior acionista da Braskem e sua fonte de nafta e gás, vender sua participação societária na petroquímica presidida pela Odebrecht, como parte da política de desfazer-se de ativos para minorar seu grau de endividamento. Nesse meio tempo, ficam no ar incógnitas a exemplo das condições de um acerto de longo prazo para o fornecimento de nafta pela estatal para sua coligada, tecla martelada por Fadigas nesta entrevista, ou a concretização de

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