Uma injeção de ânimo

Interplast 2016 afasta o baixo astral com tecnologia e balcão de negócios

Interplast: vitrine da transformação do Sul.
Perto de 1.000 indústrias transformam em torno de 1 milhão de t/a de resinas em Santa Catarina, indicadores que inserem o Estado na linha de frente do setor plástico nacional. A essas credenciais devem ser somados os poderio da transformação gaúcha e paranaense para acentuar a relevância da Interplast 2016 como a vitrine do setor no Sul, status este ano agigantado pelo fato de não haver no calendário outra mostra da cadeia do plástico no país.Daí o afluxo de mais de 400 expositores ao pavilhão de 21.000 metros quadrados em Joinville, na edição do evento agendada para o período de 16 a 19 de agosto próximo. Na entrevista a seguir, a magnitude alcançada pela Interplast 2016 é dissecada pelo seu presidente, Albano Schmidt, também presidente do Sindicado da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina (Simpesc) e da indústria de poliestireno expansível Termotécnica. Schmidt: tecnologia para o setor crescer na retomada da economia. PR – O setor plástico brasileiro caminha para ter duas feiras de alcance nacional separadas entre si por poucos meses. Caso este quadro se confirme, quais as condições de sobrevida de feiras regionais como a Interplast? Schmidt – No momento, temos no Brasil duas feiras importantes e consolidadas do setor, montadas em anos alternados. A mais relevante é a Feiplastic, em São Paulo. Ao lado dela, o mercado conta com a Interplast, que atinge este ano sua nona edição. Para o futuro, devemos confirmar mais uma feira no país, acredito que na região nordeste. O

 

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